Algumas circunstâncias da vida nos forçam a procurarmos abrigo. Seja uma chuva inesperada, um sol escaldante; ou até mesmo aquelas vezes em que nos deparamos com uma situação constrangedora e pensamos: Tudo o que eu preciso agora é de um buraco pra me esconder!
Há muitas formas de abrigo. Há aqueles mais aconchegantes, no qual você se sente bem e acredita que um mais agradável não exista. Há aqueles mais rústicos, arcaicos, não muito atraentes.
Um dia descobri que um abrigo não poderia ser somente um lugar. Descobri que abrigo também poderia ser uma pessoa. Agora se pergunte: Como? Acredito que só entende mesmo quem já encontrou. Vou descrever o que encontrei.
Eu tenho um amigo. Não um simples amigo. Ele é o melhor! Nunca consegui defini-lo muito bem, embora tente sempre, ele é uma porção de coisas. Ele é alto, bem alto. É inteligente, quase um jornalista. Agora, resolveu virar administrador. Sempre foi um homem de muitos amores, mas agora ele resolveu interromper as buscas. Apaixonado pela Keila, ele quer casar e ter filhinhos. Ele é engraçado, bem engraçado. Nunca ri das minhas piadas sem graça, mas sei que ele adora ouvi-las. Ele tem um grande coração, sem dúvida, o coração mais incrível que já conheci. É São Paulino. Tem uma coleção de camisas de time de futebol, melhor dizendo, ele adora colecionar, principalmente ex- namoradas. Ah, ele é super sentimental. Aliás, sempre contradizemos; ele fica com a emoção e eu com a razão, SEMPRE! Ele não é bom em dar conselhos, não pra mim; no fundo sei que preciso deles, mas não sigo nenhum. Ele se importa com as pessoas, com a justiça e quer ver sempre quem ama muito bem. Ele tem ciúmes de mim, mas deseja que eu seja muito feliz. Não gosta de me ver chorar, mas tem uma frase que me fortalece sempre em situações ruins, ele simplesmente diz: Tô aqui, filha.
Essa última frase é bem verdade, pois ele é quase um pai. É ele que me cobra para que meus planos saiam do papel. Ele se preocupa, me apóia, me ajuda. Diz que eu sou viciada em café, acha minha voz linda e faz eu me sentir sempre a melhor de todas. Amigo é a palavra que mais o define. Nossa sintonia vai além de qualquer coerência. O vernáculo desnecessário para a comunicação. Só de me ouvir, ele sabe como estou. Ele me acalma, me tira do sério. Já me fez perder o sono, já me fez perder a razão.
Portanto, ele se tornou o meu abrigo. Se chover eu corro pra ele, se faz calor eu corro pra ele. Se fico triste, feliz, empolgada, desordenada, atarefada, disponível, sozinha, acompanhada, eu corro pra ele. Por que ele é o meu abrigo, é o meu anjo. Nossa amizade é genuína e pra sempre, e até onde eu sei, o pra sempre, não tem fim.
Dedicado ao meu grande – literalmente – amigo, Kleber Amorim.
Há muitas formas de abrigo. Há aqueles mais aconchegantes, no qual você se sente bem e acredita que um mais agradável não exista. Há aqueles mais rústicos, arcaicos, não muito atraentes.
Um dia descobri que um abrigo não poderia ser somente um lugar. Descobri que abrigo também poderia ser uma pessoa. Agora se pergunte: Como? Acredito que só entende mesmo quem já encontrou. Vou descrever o que encontrei.
Eu tenho um amigo. Não um simples amigo. Ele é o melhor! Nunca consegui defini-lo muito bem, embora tente sempre, ele é uma porção de coisas. Ele é alto, bem alto. É inteligente, quase um jornalista. Agora, resolveu virar administrador. Sempre foi um homem de muitos amores, mas agora ele resolveu interromper as buscas. Apaixonado pela Keila, ele quer casar e ter filhinhos. Ele é engraçado, bem engraçado. Nunca ri das minhas piadas sem graça, mas sei que ele adora ouvi-las. Ele tem um grande coração, sem dúvida, o coração mais incrível que já conheci. É São Paulino. Tem uma coleção de camisas de time de futebol, melhor dizendo, ele adora colecionar, principalmente ex- namoradas. Ah, ele é super sentimental. Aliás, sempre contradizemos; ele fica com a emoção e eu com a razão, SEMPRE! Ele não é bom em dar conselhos, não pra mim; no fundo sei que preciso deles, mas não sigo nenhum. Ele se importa com as pessoas, com a justiça e quer ver sempre quem ama muito bem. Ele tem ciúmes de mim, mas deseja que eu seja muito feliz. Não gosta de me ver chorar, mas tem uma frase que me fortalece sempre em situações ruins, ele simplesmente diz: Tô aqui, filha.
Essa última frase é bem verdade, pois ele é quase um pai. É ele que me cobra para que meus planos saiam do papel. Ele se preocupa, me apóia, me ajuda. Diz que eu sou viciada em café, acha minha voz linda e faz eu me sentir sempre a melhor de todas. Amigo é a palavra que mais o define. Nossa sintonia vai além de qualquer coerência. O vernáculo desnecessário para a comunicação. Só de me ouvir, ele sabe como estou. Ele me acalma, me tira do sério. Já me fez perder o sono, já me fez perder a razão.
Portanto, ele se tornou o meu abrigo. Se chover eu corro pra ele, se faz calor eu corro pra ele. Se fico triste, feliz, empolgada, desordenada, atarefada, disponível, sozinha, acompanhada, eu corro pra ele. Por que ele é o meu abrigo, é o meu anjo. Nossa amizade é genuína e pra sempre, e até onde eu sei, o pra sempre, não tem fim.
Dedicado ao meu grande – literalmente – amigo, Kleber Amorim.
Giovanna Belém

Voce sempre me surpreendendo né...?! Depois de tirar o pouquinho das lágrimas que, não sei como, apareceram no meu rosto (rsrsrs), pensei em como agradecer essa melhor e maior definição de carinho, amizade e amor (dás incontáveis que voce ja me deu)... e o único jeito que posso demonstrar, agora, é dizendo: Te Amo... Pra sempre! Obrigado por fazer parte da minha vida... Você sabe que sempre estarei aqui,filha...
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